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O estudante alsaciano
Vem vento, varre A tua morte em mim A palavra impossível Eu falo das casas e dos homens
Rosas e cantigas Estepa Campo Grito
Recado Acordar
tarde
O guardador
de rebanhos Não basta abrir a janela O Universo não é uma ideia minha Vive O penúltimo poema A manhã raia. Não, a manhã não raia.
E eu te encontrei, num alcantil agreste
Amigo Cão Poema pouco
original do medo Um adeus português Portugal A meu favor Seios A vazia sandália de S. Francisco Gato
Na idade dos
porquês
Cena do ódio
Nau
catrineta Este inferno
de amar Não te
amo Barca
bela Os cinco
sentidos Anjo
és Ignoto
Deo Natal de
Cristo Não és tu Bela Infanta Conde Yanno Reginaldo
Saudação a Walt Whitman Ode marítima Soneto já antigo Dois excertos de odes Lisbon revisited (1923) Tabacaria Aniversário
Magnificat Poema em linha recta
O vermelho por dentro
Pára-me de repente o pensamento
Eu ontem vi-te... Cântico semi-rami Edd'ora addio... — Mia soave!...
O Palácio da
Ventura Nirvana Nox No
turbilhão Uma
amiga Hino à Razão Lacrimae rerum Visita Luz do sol, luz da razão Hino da manhã Tormento do ideal A sulamita Despondency À Virgem Santíssima O que diz a Morte Na mão de Deus Zara
Outra Cantiga À memória de
Fernando Pessoa Canção 6 (in
"Adolescente") Canção 13 (in
"A vida que te dei") Canção 6 (in
"Tristes cantigas de amor") Canção Outra
Livro, se luz desejas, mal te enganas Soneto Elegia à morte de Diogo Betancor Elegia a Pêro de Andrade Caminha
| António
Feliciano de Castilho |
Os treze anos
Agora estou na beira do penhasco e não vou voar o teu amor, bem sei, é uma palavra musical
Pedra
filosofal Poema da
auto-estrada Lição sobre a
água Poema do
fecho-éclair Poema
épico Lágrima de
preta Poema do
coração Arma
secreta Impressão
digital Calçada de
Carriche
Azuliante
O amor de Arthur Rimbaud o mestre do silêncio
Balada do
caixão Pobre
tísica Memória Memória António Lusitânia no Bairro-Latino Ao canto do lume Ao cair das folhas A Leão XIII E a Vida foi, e é assim, e não melhora
A um mirto
Semelhante à
imóvel Uma voz na
pedra Não posso adiar o amor Para um amigo tenho sempre um relógio Grito claro Poema dum funcionário cansado O único sabor A mão que principia ao alto Uma palavra te procura Onde mora a memória obscura Daqui desde deserto em que persisto A mulher feliz Corpo de aroma
Cavalos persas, papagaios, panteras
Cavalo à
solta Estigma Na mesa do Santo
Ofício Queixa e
imprecações dum condenado à morte Poeta castrado,
não!
Balada da
neve
Écloga de Jano e Franco Sextina Cantar à maneira de Solao Romance de Avalor
O corvo e a
raposa Camões,
grande Camões, quão semelhante Apenas vi do
dia a luz brilhante Magro, de
olhos azuis, carão moreno Já Bocage não
sou!... À cova escura Liberdade,
onde estás? Quem te demora? Ó retrato da
Morte! Ó Noite amiga Fiei-me nos
sorrisos da Ventura Amar dentro do peito uma donzela Em que estado, meu bem, por ti me vejo
Cidade branca
Inscrição Depois das bodas de oiro Na cadeia os bandidos presos! Floriram por engano as rosas bravas Foi um dia de inúteis agonias Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho Fonógrafo Ao longe os barcos de flores Vénus, 2 Violoncelo Desce em folhedos tenros a colina Porque o melhor, enfim Se andava no jardim Branco e vermelho Vida
Tarde Soneto fiel Cantiga do ódio Soneto Vento Casa
Nevoeiro Chave Descrição da guerra em Guernica Nas colinas de António Machado Colagem
Teatro da boneca Libera me
Desaparecido
Cabelos Vaidosa Cinismos De tarde Esplêndida Lúbrica Contrariedades Num bairro moderno Cristalizações O sentimento dum ocidental Responso Deslumbramentos Manhãs brumosas Em petiz Nós Setentrional Ironias do desgosto Humilhações A débil Noites gélidas Sardenta Flores velhas Noite fechada Frígida De Verão Provincianas Impossível Lágrimas Pró pudor Manias! A forca Num tripúdio de corte rigoroso Ó áridas Messalinas Eu e ela Heroísmos Arrojos Cadências tristes Num álbum
Não fugir. Suster o peso da hora
Não sei para que vos quero Como dormirão meus olhos? Carta
Ai flores, ai
flores do verde pino Senhor, eu
vivo coitada Levantou-s'a velida
Natal, e não Dezembro Litania para o Natal de 1967 Pele Penélope Crepúsculo Soneto do cativo Nocturno E por vezes Nós temos cinco sentidos
Vilancete Cantiga Endechas a Nossa Senhora Horas breves de meu contentamento Retrato da beleza nova e pura Onde porei meus olhos que não veja
Uma chama não chama a mesma chama
Poema à mãe Ó noite, porque hás-de vir sempre molhada! As palavras Lisboa Urgentemente Rotina Quase nada Adeus As amoras A boca Espera Só as tuas mãos trazem os frutos Tu és a esperança, a madrugada Cante jondo Musica mirabilis Canção Madrigal Canção Matinal Frente a frente A uma cerejeira em flor Em cada fruto a morte amadurece Quase epitáfio Sem ti Vaguíssimo retrato Eros O lugar da casa
Pelas Landes, à noite Inês e Constança Epígrafe
Domingo
Tudo o que vês chega de longe
Terra
O último sortilégio D. Sebastião, rei de Portugal Análise O menino da sua mãe Autopsicografia Isto Liberdade O das quinas O Infante O mostrengo Mar português Quando ela passa Eros e Psique Hora absurda Intervalo Entre o sono e o sonho Conselho Chove. É dia de Natal. A morte é a curva da estrada Dá a surpresa de ser Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços Gomes Leal D. Dinis Passos da cruz, IV Natal Canção Ela canta, pobre ceifeira Tenho dó das estrelas O andaime
As putas da Avenida
Sou de outras
coisas
Do amor Epístola para Dédalo O nome lírico
Alma
perdida De
joelhos O nosso
livro Que
importa? O meu
orgulho Os versos
que te fiz A noite
desce... Tarde de
mais... Ódio? Horas
rubras Charneca em
flor Rústica Realidade Eu Mistério Supremo
enleio
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Ser
poeta Amar! Ambiciosa Crucificada In
memoriam A uma
rapariga «He hum não
querer mais que bem querer.» (X) Os meus
versos Amor que
morre Sobre a
neve Eu Árvores do Alentejo Soneto VII
Cantiga Cantigas coimbrãs Soneto Cantiga Pastoral
Às chagas Ao triste estado
Trovas à morte de D. Inês de Castro
De cada vez
Serranilha Donde vindes, filha E se ponerei la mano em vós Não me firais, madre Já não quer minha senhora Adorai, montanhas Pranto de Maria Parda Testamento
As
aldeias A fome de
Camões O visionário ou som e cor, III Nevrose nocturna Serenada da rainha de Kachmir Miserere mei!...
Regresso
ao lar Canção perdida
Aos
amigos O amor em
visita Fonte, II Lugar, III (a carta da paixão)
As musas cegas, VII Mulheres correndo, correndo pela noite Astro assoprado Laranja, peso, potência
Não toques nos objectos imediatos Se perguntarem: das artes do mundo? Não toques nos objectos imediatos
Escrever Amor
Hino de amor Estrela A vida
Os paraísos
artificiais Reflorir,
sempre Uma pequenina
luz Tentações do
Apocalipse La dame à la
licorne Quatro sonetos a Afrodite Anadiómena Sem data Génesis Metamorfose Cabecinha romana de Milreu Carta a meus filhos sobre os fuzilamentos de Goya "Requiem" de Mozart O desejado túmulo Ganimedes
Evidências, XXI Voz numa pedra Meu corpo, que mais receias? Dizia uma vez Aquilino... Sabedoria de Calígula Poema manuscrito nas folhas brancas de um livro e lá esquecido «Quem muito viu...» Uma sepultura em Londres Amor
Porque o fim de um caminho...
Morte de
D. Quixote Viver sempre também cansa Areia, XXVII Gomes Leal, II Não choro...
este livro
Cântico
Negro Epitáfio para
um poeta Novo epitáfio
para um poeta Epitáfio para
uma velha donzela Novo epitáfio
para uma velha donzela Metafísica Ode a
Eros Canção de
primavera Pérola
solta Adão e
Eva Poema do
silêncio Onomatopeia Fantasia
sobre um velho tema Testamento do
Poeta Sabedoria
O
poeta doido, o vitral e a santa morta Narciso Libertação Génese Soneto de amor Colegial Balada de Coimbra Elegia
Fala do
Velho do Restelo ao astronauta
Aquela triste
e leda madrugada Amor é fogo
que arde sem se ver Mudam-se os
tempos, mudam-se as vontades Um mover
d'olhos, brando e piadoso Endechas a
Bárbara escrava Não sei se me
engana Helena Pastora da
Serra Na fonte está
Leanor Verdes são os
campos Descalça vai
pera a fonte Eis aqui,
quase cume da cabeça O dia em que
eu nasci, moura e pereça Erros meus,
má fortuna, amor ardente Sete anos de
pastor Jacob servia Em prisões
baixas fui um tempo atado Eu cantarei
de amor tão docemente Transforma-se o amador na cousa amada Tanto de meu estado me acho incerto Quem vê, Senhora, claro e manifesto Pede o desejo, Dama, que vos veja Quando da bela vista e doce riso Busque Amor novas artes, novo engenho Ah! minha Dinamene! Assim deixaste Sempre a Razão vencida foi de Amor Na desesperação já repousava Nunca em amor danou o atrevimento Oh! como se me alonga, de ano em ano Da alma, e de quanto tiver Babel e Sião Quando de minhas mágoas a comprida Aqueles claros olhos que chorando Alma minha gentil, que te partiste O céu, a terra, o vento sossegado... Vão as serenas águas Manda-me Amor que cante docemente Vinde cá, meu tão certo secretário Horas breves de meu contentamento
Poemas para a noite invariável A magnólia
Página E alegre se
fez triste Abaixo el-rei
Sebastião Retrato do
herói Como ouvi
Linda cantar por seu amigo José Trova do
vento que passa Soneto Ítaca
Saudade da prosa
Os olhos do
poeta Segundo dos poemas de infância Romance do terceiro oficial de finanças
As
pedras
Poema sobre a recusa Pequena Cantiga à Mulher
O Álvaro
gosta muito Onan dos
outros!... You are welcome to Elsinore Autografia É preciso dizer rosa em vez de dizer ideia Pastelaria Poema podendo servir de posfácio Do capítulo da devolução
Colapso Discurso ao príncipe de Epaminondas Julião os amadores Alegoria do mundo na passagem de Arnaldo de Villanova O navio de espelhos Estado segundo, XXI Estação Calçada do Cordeal
Quase Fim Caranguejola Eu não sou eu nem sou o outro Abrigo Dispersão Serradura O lord Crise lamentável Aquele outro Último soneto
Segredo O
regresso Aos
poetas Mãe Livro de
horas A
largada Drama A um negrilho Dies irae Prece Bucólica
Ariane Imagem Santa Teresa Viagem Claridade Exortação Lembrança Pietà Canção
Língua mater dolorosa Creio nos anjos que andam pelo mundo Há noites
Chaves na
mão, melena desgrenhada Descrição de Badajoz A uma preta que pretendia que a obsequiassem Deitando um cavalo à margem
O
quarto
O
Poeta
A estrada do
monte
Vem
O bailador de fandango
Bailado
Solidão
Biografia
Chave, Klee
Digades,
filha, mia filha velida
Para ser
grande, sê inteiro: nada Sábio é o que
se contenta com o espectáculo do mundo Ode
Outra Outra Odes, XII (Livro primeiro) Temo, Lídia, o destino Uma Após Uma
Ácidos e óxidos O Urogalo Portugal sacro-profano lugar onde Oh as casas as casas as casas Odeio este tempo detergente Uma forma de me despedir Muriel A mão no arado Orla marítima Um dia alguém numa grande cidade
Quando o amor morrer
Memória amada
Linha de rumo Vigília
Quando eu, senhora, em vós os olhos ponho Dezarrezoado amor, dentro em meu peito Comigo me desavim A este vilancete velho Cantiga feita nos grandes campos de Roma A el-Rei D. João O sol é grande, caem co'a calma as aves
Ninguém meu amor
| Sophia de
Mello Breyner Andresen |
Porque Exílio A paz sem
vencedor e sem vencidos Retrato de
uma princesa desconhecida O Rei da
Ítaca Ausência Senhor Musa Mar Para
atravessar contigo o deserto do mundo A bela e
pura Camões e a
tença O
poema O teu
rosto Este é o
tempo Eu
contarei Fernando
Pessoa Espera Pudesse
eu As
ondas Chamo-Te Pátria O Piano
sílaba por sílaba As pessoas
sensíveis 25 de
Abril Inscrição Tradução de
Kleist A
estrela A pura
face Eis-me Felicidade Apesar das
ruínas e da morte Carta aos
amigos mortos Quando Os dias de verão
Paisagem Catilina Morta Bach Segóvia Guitarra Deriva, VIII Cesário Verde O poeta sábio Carta(s) a Jorge de Sena
Elegia do amor O poeta, I Canção duma sombra A sombra de Eurídice, I A sombra do homem À minha musa Regresso ao paraíso, VI Canto heróico Depois da vida O vento do espírito
Lamento para a língua portuguesa «a sombria beleza do tema da estação e da morte»
Requiescat Semântica electrónica O recorte de um cão, na areia, ao luar A árvore do silêncio A concha De profundis
Arte poética Retrato
Nada Pedra de canto Pus-me a contar os alciões chegados Senhor, nas minhas veias Já um pouco de vento se demora Navio
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