PORTO DE ABRIGO - Poesia Portuguesa On-line
Porto de Abrigo
PORTO DE ABRIGO
Poesia Portuguesa On-line

Acácio Antunes

O estudante alsaciano
 
Adolfo Casais Monteiro

Vem vento, varre
A tua morte em mim
A palavra impossível
Eu falo das casas e dos homens

 
Afonso Duarte

Rosas e cantigas
Estepa
Campo
Grito

 
Al Berto

Recado
Acordar tarde

 
Alberto Caeiro

O guardador de rebanhos
Não basta abrir a janela
O Universo não é uma ideia minha
Vive
O penúltimo poema
A manhã raia. Não, a manhã não raia.

 
Alexandre Herculano

E eu te encontrei, num alcantil agreste
 
Alexandre O'Neill

Amigo
Cão
Poema pouco original do medo
Um adeus português
Portugal
A meu favor
Seios
A vazia sandália de S. Francisco
Gato

 
Alice Gomes

Na idade dos porquês
 
Almada Negreiros

Cena do ódio
 
Almeida Garrett

Nau catrineta
Este inferno de amar
Não te amo
Barca bela
Os cinco sentidos
Anjo és
Ignoto Deo
Natal de Cristo
Não és tu
Bela Infanta
Conde Yanno
Reginaldo

 
Álvaro de Campos

Saudação a Walt Whitman
Ode marítima
Soneto já antigo
Dois excertos de odes
Lisbon revisited (1923)
Tabacaria
Aniversário
Magnificat
Poema em linha recta

 
Ana Hatherly

O vermelho por dentro
 
Ângelo de Lima

Pára-me de repente o pensamento
Eu ontem vi-te...
Cântico semi-rami
Edd'ora addio... — Mia soave!...

 
Antero de Quental

O Palácio da Ventura
Nirvana
Nox
No turbilhão
Uma amiga
Hino à Razão
Lacrimae rerum
Visita
Luz do sol, luz da razão
Hino da manhã
Tormento do ideal
A sulamita
Despondency
À Virgem Santíssima
O que diz a Morte
Na mão de Deus
Zara

 
António Botto

Outra
Cantiga
À memória de Fernando Pessoa
Canção 6 (in "Adolescente")
Canção 13 (in "A vida que te dei")
Canção 6 (in "Tristes cantigas de amor")
Canção
Outra
 
António Ferreira

Livro, se luz desejas, mal te enganas
Soneto
Elegia à morte de Diogo Betancor
Elegia a Pêro de Andrade Caminha

 
António Feliciano de Castilho

Os treze anos
 
António Franco Alexandre

Agora estou na beira do penhasco e não vou voar
o teu amor, bem sei, é uma palavra musical

 
António Gedeão

Pedra filosofal
Poema da auto-estrada
Lição sobre a água
Poema do fecho-éclair
Poema épico
Lágrima de preta
Poema do coração
Arma secreta
Impressão digital
Calçada de Carriche

 
António José Forte

Azuliante
 
António Maria Lisboa

O amor de Arthur Rimbaud o mestre do silêncio
 
António Nobre

Balada do caixão
Pobre tísica
Memória
Memória
António
Lusitânia no Bairro-Latino
Ao canto do lume
Ao cair das folhas
A Leão XIII
E a Vida foi, e é assim, e não melhora

 
António Osório

A um mirto
 
António Ramos Rosa

Semelhante à imóvel
Uma voz na pedra
Não posso adiar o amor
Para um amigo tenho sempre um relógio
Grito claro
Poema dum funcionário cansado
O único sabor
A mão que principia ao alto
Uma palavra te procura
Onde mora a memória obscura
Daqui desde deserto em que persisto
A mulher feliz
Corpo de aroma
 
Armando Silva Carvalho

Cavalos persas, papagaios, panteras
 
Ary dos Santos

Cavalo à solta
Estigma
Na mesa do Santo Ofício
Queixa e imprecações dum condenado à morte
Poeta castrado, não!

 
Augusto Gil

Balada da neve
 
Bernardim Ribeiro

Écloga de Jano e Franco
Sextina
Cantar à maneira de Solao
Romance de Avalor

 
Bocage

O corvo e a raposa
Camões, grande Camões, quão semelhante
Apenas vi do dia a luz brilhante
Magro, de olhos azuis, carão moreno
Já Bocage não sou!... À cova escura
Liberdade, onde estás? Quem te demora?
Ó retrato da Morte! Ó Noite amiga
Fiei-me nos sorrisos da Ventura
Amar dentro do peito uma donzela
Em que estado, meu bem, por ti me vejo

 
Casimiro de Brito

Cidade branca
 
Camilo Pessanha

Inscrição
Depois das bodas de oiro
Na cadeia os bandidos presos!
Floriram por engano as rosas bravas
Foi um dia de inúteis agonias
Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho
Fonógrafo
Ao longe os barcos de flores
Vénus, 2
Violoncelo
Desce em folhedos tenros a colina
Porque o melhor, enfim
Se andava no jardim
Branco e vermelho
Vida

 
Carlos de Oliveira

Tarde
Soneto fiel
Cantiga do ódio
Soneto
Vento
Casa
Nevoeiro
Chave
Descrição da guerra em Guernica
Nas colinas de António Machado
Colagem

 
Carlos Queirós

Teatro da boneca
Libera me
Desaparecido

 
Cesário Verde

Cabelos
Vaidosa
Cinismos
De tarde
Esplêndida
Lúbrica
Contrariedades
Num bairro moderno
Cristalizações
O sentimento dum ocidental
Responso
Deslumbramentos
Manhãs brumosas
Em petiz
Nós
Setentrional
Ironias do desgosto
Humilhações
A débil
Noites gélidas
Sardenta
Flores velhas
Noite fechada
Frígida
De Verão
Provincianas
Impossível
Lágrimas
Pró pudor
Manias!
A forca
Num tripúdio de corte rigoroso
Ó áridas Messalinas
Eu e ela
Heroísmos
Arrojos
Cadências tristes
Num álbum

 
Cristovam Pavia

Não fugir. Suster o peso da hora
 
Cristóvão Falcão

Não sei para que vos quero
Como dormirão meus olhos?
Carta

 
D. Dinis

Ai flores, ai flores do verde pino
Senhor, eu vivo coitada
Levantou-s'a velida

 
David Mourão-Ferreira

Natal, e não Dezembro
Litania para o Natal de 1967
Pele
Penélope
Crepúsculo
Soneto do cativo
Nocturno
E por vezes
Nós temos cinco sentidos

 
Diogo Bernardes

Vilancete
Cantiga
Endechas a Nossa Senhora
Horas breves de meu contentamento
Retrato da beleza nova e pura
Onde porei meus olhos que não veja

 
E.M. de Mello e Castro

Uma chama não chama a mesma chama
 
Eugénio de Andrade

Poema à mãe
Ó noite, porque hás-de vir sempre molhada!
As palavras
Lisboa
Urgentemente
Rotina
Quase nada
Adeus
As amoras
A boca
Espera
Só as tuas mãos trazem os frutos
Tu és a esperança, a madrugada
Cante jondo
Musica mirabilis
Canção
Madrigal
Canção
Matinal
Frente a frente
A uma cerejeira em flor
Em cada fruto a morte amadurece
Quase epitáfio
Sem ti
Vaguíssimo retrato
Eros
O lugar da casa

 
Eugénio de Castro

Pelas Landes, à noite
Inês e Constança
Epígrafe
 
Fernando Echevarria

Domingo
 
Fernando Guimarães

Tudo o que vês chega de longe
 
Fernando Namora

Terra
 
Fernando Pessoa

O último sortilégio
D. Sebastião, rei de Portugal
Análise
O menino da sua mãe
Autopsicografia
Isto
Liberdade
O das quinas
O Infante
O mostrengo
Mar português
Quando ela passa
Eros e Psique
Hora absurda
Intervalo
Entre o sono e o sonho
Conselho
Chove. É dia de Natal.
A morte é a curva da estrada
Dá a surpresa de ser
Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços
Gomes Leal
D. Dinis
Passos da cruz, IV
Natal
Canção
Ela canta, pobre ceifeira
Tenho dó das estrelas
O andaime

 
Fernando Assis Pacheco

As putas da Avenida
 
Fernando Tordo

Sou de outras coisas
 
Fiama Hasse Pais Brandão

Do amor
Epístola para Dédalo
O nome lírico

 
Florbela Espanca

Alma perdida
De joelhos
O nosso livro
Que importa?
O meu orgulho
Os versos que te fiz
A noite desce...
Tarde de mais...
Ódio?
Horas rubras
Charneca em flor
Rústica
Realidade
Eu
Mistério
Supremo enleio

 

Florbela Espanca (cont.)

Ser poeta
Amar!
Ambiciosa
Crucificada
In memoriam
A uma rapariga
«He hum não querer mais que bem querer.» (X)
Os meus versos
Amor que morre
Sobre a neve
Eu
Árvores do Alentejo
Soneto VII

 
Francisco Rodrigues Lobo

Cantiga
Cantigas coimbrãs
Soneto
Cantiga
Pastoral

 
Frei Agostinho da Cruz

Às chagas
Ao triste estado

 
Garcia de Resende

Trovas à morte de D. Inês de Castro
 
Gastão Cruz

De cada vez
 
Gil Vicente

Serranilha
Donde vindes, filha
E se ponerei la mano em vós
Não me firais, madre
Já não quer minha senhora
Adorai, montanhas
Pranto de Maria Parda
Testamento

 
Gomes Leal

As aldeias
A fome de Camões
O visionário ou som e cor, III
Nevrose nocturna
Serenada da rainha de Kachmir
Miserere mei!...

 
Guerra Junqueiro

Regresso ao lar
Canção perdida

 
Herberto Helder

Aos amigos
O amor em visita
Fonte, II
Lugar, III
(a carta da paixão)
As musas cegas, VII
Mulheres correndo, correndo pela noite
Astro assoprado
Laranja, peso, potência
Não toques nos objectos imediatos
Se perguntarem: das artes do mundo?
Não toques nos objectos imediatos

 
Irene Lisboa

Escrever
Amor

 
João de Deus

Hino de amor
Estrela
A vida

 
Jorge de Sena

Os paraísos artificiais
Reflorir, sempre
Uma pequenina luz
Tentações do Apocalipse
La dame à la licorne
Quatro sonetos a Afrodite Anadiómena
Sem data
Génesis
Metamorfose
Cabecinha romana de Milreu
Carta a meus filhos sobre os fuzilamentos de Goya
"Requiem" de Mozart
O desejado túmulo
Ganimedes
Evidências, XXI
Voz numa pedra
Meu corpo, que mais receias?
Dizia uma vez Aquilino...
Sabedoria de Calígula
Poema manuscrito nas folhas brancas de um livro e lá esquecido
«Quem muito viu...»
Uma sepultura em Londres
Amor

 
José Bento

Porque o fim de um caminho...
 
José Gomes Ferreira

Morte de D. Quixote
Viver sempre também cansa
Areia, XXVII
Gomes Leal, II
Não choro...

 
José Luís Peixoto

este livro
 
José Régio

Cântico Negro
Epitáfio para um poeta
Novo epitáfio para um poeta
Epitáfio para uma velha donzela
Novo epitáfio para uma velha donzela
Metafísica
Ode a Eros
Canção de primavera
Pérola solta
Adão e Eva
Poema do silêncio
Onomatopeia
Fantasia sobre um velho tema
Testamento do Poeta
Sabedoria
O poeta doido, o vitral e a santa morta
Narciso
Libertação
Génese
Soneto de amor
Colegial
Balada de Coimbra
Elegia


José Saramago

Fala do Velho do Restelo ao astronauta
 
Luís de Camões

Aquela triste e leda madrugada
Amor é fogo que arde sem se ver
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Um mover d'olhos, brando e piadoso
Endechas a Bárbara escrava
Não sei se me engana Helena
Pastora da Serra
Na fonte está Leanor
Verdes são os campos
Descalça vai pera a fonte
Eis aqui, quase cume da cabeça
O dia em que eu nasci, moura e pereça
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Sete anos de pastor Jacob servia
Em prisões baixas fui um tempo atado
Eu cantarei de amor tão docemente
Transforma-se o amador na cousa amada
Tanto de meu estado me acho incerto
Quem vê, Senhora, claro e manifesto
Pede o desejo, Dama, que vos veja
Quando da bela vista e doce riso
Busque Amor novas artes, novo engenho
Ah! minha Dinamene! Assim deixaste
Sempre a Razão vencida foi de Amor
Na desesperação já repousava
Nunca em amor danou o atrevimento
Oh! como se me alonga, de ano em ano
Da alma, e de quanto tiver
Babel e Sião
Quando de minhas mágoas a comprida
Aqueles claros olhos que chorando
Alma minha gentil, que te partiste
O céu, a terra, o vento sossegado...
Vão as serenas águas
Manda-me Amor que cante docemente
Vinde cá, meu tão certo secretário
Horas breves de meu contentamento

 
Luiza Neto Jorge

Poemas para a noite invariável
A magnólia

 
Manuel Alegre

Página
E alegre se fez triste
Abaixo el-rei Sebastião
Retrato do herói
Como ouvi Linda cantar por seu amigo José
Trova do vento que passa
Soneto
Ítaca

 
Manuel António Pina

Saudade da prosa
 
Manuel da Fonseca

Os olhos do poeta
Segundo dos poemas de infância
Romance do terceiro oficial de finanças

 
Maria Alberta Meneres

As pedras
 
Maria Teresa Horta

Poema sobre a recusa
Pequena Cantiga à Mulher

 
Mário Cesariny

O Álvaro gosta muito
Onan dos outros!...
You are welcome to Elsinore
Autografia
É preciso dizer rosa em vez de dizer ideia
Pastelaria
Poema podendo servir de posfácio
Do capítulo da devolução
Colapso
Discurso ao príncipe de Epaminondas
Julião os amadores
Alegoria do mundo na passagem de Arnaldo de Villanova
O navio de espelhos
Estado segundo, XXI
Estação
Calçada do Cordeal

 
Mário de Sá Carneiro

Quase
Fim
Caranguejola
Eu não sou eu nem sou o outro
Abrigo
Dispersão
Serradura
O lord
Crise lamentável
Aquele outro
Último soneto

 
Miguel Torga

Segredo
O regresso
Aos poetas
Mãe
Livro de horas
A largada
Drama
A um negrilho
Dies irae
Prece
Bucólica
Ariane
Imagem
Santa Teresa
Viagem
Claridade
Exortação
Lembrança
Pietà
Canção

 
Natália Correia

Língua mater dolorosa
Creio nos anjos que andam pelo mundo
Há noites

 
Nicolau Tolentino

Chaves na mão, melena desgrenhada
Descrição de Badajoz
A uma preta que pretendia que a obsequiassem
Deitando um cavalo à margem

 
Nuno Guimarães

O quarto
 
Nuno Júdice

O Poeta
 
Pedro Ayres de Magalhães

A estrada do monte
Vem

 
Pedro Homem de Mello

O bailador de fandango
Bailado
Solidão
Biografia

 
Pedro Tamen

Chave, Klee
 
Pêro Meogo

Digades, filha, mia filha velida
 
Ricardo Reis

Para ser grande, sê inteiro: nada
Sábio é o que se contenta com o espectáculo do mundo
Ode
Outra
Outra
Odes, XII (Livro primeiro)
Temo, Lídia, o destino
Uma Após Uma

 
Ruy Belo

Ácidos e óxidos
O Urogalo
Portugal sacro-profano lugar onde
Oh as casas as casas as casas
Odeio este tempo detergente
Uma forma de me despedir
Muriel
A mão no arado
Orla marítima
Um dia alguém numa grande cidade
 
Ruy Cinatti

Quando o amor morrer
Memória amada
Linha de rumo
Vigília
 
Sá de Miranda

Quando eu, senhora, em vós os olhos ponho
Dezarrezoado amor, dentro em meu peito
Comigo me desavim
A este vilancete velho
Cantiga feita nos grandes campos de Roma
A el-Rei D. João
O sol é grande, caem co'a calma as aves

 
Sebastião Alba

Ninguém meu amor
 
Sophia de Mello Breyner Andresen

Porque
Exílio
A paz sem vencedor e sem vencidos
Retrato de uma princesa desconhecida
O Rei da Ítaca
Ausência
Senhor
Musa
Mar
Para atravessar contigo o deserto do mundo
A bela e pura
Camões e a tença
O poema
O teu rosto
Este é o tempo
Eu contarei
Fernando Pessoa
Espera
Pudesse eu
As ondas
Chamo-Te
Pátria
O Piano sílaba por sílaba
As pessoas sensíveis
25 de Abril

Inscrição

Tradução de Kleist

A estrela

A pura face

Eis-me

Felicidade

Apesar das ruínas e da morte

Carta aos amigos mortos

Quando
Os dias de verão
Paisagem
Catilina
Morta
Bach Segóvia Guitarra
Deriva, VIII
Cesário Verde
O poeta sábio
Carta(s) a Jorge de Sena

 
Teixeira de Pascoaes

Elegia do amor
O poeta, I
Canção duma sombra
A sombra de Eurídice, I
A sombra do homem
À minha musa
Regresso ao paraíso, VI
Canto heróico
Depois da vida
O vento do espírito
 
Vasco Graça Moura

Lamento para a língua portuguesa
«a sombria beleza do tema da estação e da morte»
 
Vitorino Nemésio

Requiescat
Semântica electrónica
O recorte de um cão, na areia, ao luar
A árvore do silêncio
A concha
De profundis
Arte poética
Retrato
Nada
Pedra de canto
Pus-me a contar os alciões chegados
Senhor, nas minhas veias
Já um pouco de vento se demora
Navio

 


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FIM